Defume-se de energias negativas!25/3/2015 www.oficinadeconsciencia.com.br/xamanismoplantas.htm Quantas vezes nos sentimos cansados sem razão aparente, com um peso nos ombros ou uma impressão na barriga que não conseguimos explicar? Isto acontece porque o nosso campo energético, se não for limpo e cuidado como fazemos com o nosso corpo, vai começar a acumular sujidade energética e densa. Isto acontece também com a nossa roupa, a nossa casa e os objectos que utilizamos. Por isso, defumar o nosso espaço sagrado, a nossa casa, escritório e até mesmo o nosso corpo é como tomar um duche energético, ou fazer uma limpeza metafísica. Uma das plantas mais apropriadas para o efeito é a Salva Branca. O fumo emitido pela queima da Salva Branca modifica a composição iónica do ar, e vai ter como consequência directa uma redução do nosso mal estar e melhorar a nossa resposta ao stress. A defumação é um ritual alquímico no qual mudamos e alteramos o elemento Ar, e transformamos o nosso desconforto numa experiência mística. O uso de incensos, defumações e vapores como forma de conectar o humano ao mundo espiritual pode ser datado desde há milénios. Contudo, a Salva Branca precisamente, é uma prática utilizada pelo Índios Americanos - os xamãs. Os conflitos, zangas, doenças e o mal no geral eram absorvidos e transmutados do campo energético das pessoas pelo fumo da Salva nas fogueiras rituais. De seguida queimavam também Erva Doce para atrair as energias de paz e amor. Este simples ritual xamânico é muito fácil de incorporar na nossa rotina diária ou semanal, ou sempre que sentirmos necessidade de uma limpeza energética (especialmente após estarmos em situações de conflito; quando vimos de um hospital, cemitério, etc.). Uma coisa é certa, não há o risco de nos defumarmos demais! Eis alguns momentos em que deveríamos sem dúvida utilizar a defumação em nós e/ou no nosso espaço:
Aqui está uma ideia de como podemos fazê-lo: 1. A Salva pode vir em molhos já preparados para o efeito - podemos encontrar molhinhos de Salva em qualquer loja esotérica ou ervanária - ou em folhas soltas bem secas. 2. De seguida devemos arranjar um recipiente à prova de fogo (um incensário ou pequeno caldeirão) e acender a mecha de Salva. Para iniciar a defumação a mecha deve ficar só em brasas, como um pau de incenso. Pode também ser colocado no recipiente escolhido um disco de carvão e as folhas irem sendo colocadas progressivamente por cima. 3. Quando tivermos uma boa quantidade de fumo, utilizar a mão ou uma pena para direccionar o fumo pelo corpo, desde os pés até à cabeça, e descendo novamente. Enquanto fazemos isto devemos visualizar qualquer energia pesada ou negativa, qualquer mau estar a ser levado pelo fumo para longe do nosso corpo. Se nos sentirmos confortáveis em fazê-lo podemos ir repetindo algo do género: "Que todas as energias densas e negativas se afastem de mim. Estou limpa e livre de tudo o que não me pertence." Enquanto dizemos esta frase, ou uma semelhante que nos seja confortável, devemos visualizar a energia à nossa volta a mudar, a ficar mais leve. Depois de termos limpo o nosso corpo, de seguida passamos para o espaço. Devemos direccionar o fumo para todos os cantos, ombreiras das portas e locais com sombras ou escondidos. Podemos ir repetindo a frase que escolhemos, com as devidas adaptações, enquanto vamos espalhando o fumo em todas as divisões. Uma vez todo o espaço limpo, se gostar do aroma da salva deixe-a queimar até ao fim, ou se preferir apague o restante e se tiver oportunidade enterre as cinzas num canto do jardim, para que a terra termine a transmutação da energia. Se não tiver essa possibilidade, enrole o que restou num papel e deite no lixo assim que possível. Prático e fácil, este é um método que todos nós podemos fazer com regularidade e evitar assim alguns dissabores! Afinal, o que é a felicidade?10/3/2015 A felicidade é algo que todos nós queremos, certo? No entanto será que temos a ideia certa do que é ser feliz? Temos tendência a considerar a felicidade como uma sensação de euforia proveniente de acontecimentos excitantes. Aqueles acontecimentos que geram picos de adrenalina e que nos fazem rir alto e querer partilhar essa sensação com o mundo. Mas tal como o pico de adrenalina, essa sensação passa rápido e não a conseguimos agarrar por muito tempo, deixando-nos a seguir vazios e cansados. Pelo que procuramos de imediato outra coisa e outra que nos faça sentir assim de novo. Será que a felicidade é isso? O que será então a felicidade? A felicidade em si é um estado de bem estar contínuo, uma sensação de estabilidade que não depende de factores externos, e que pode existir independentemente dos eventos que nos cercam, por mais turbulentos que sejam. É um sentimento que uma vez sabendo que comportamentos devemos adoptar para o conhecer, será cada vez mais fácil de a manter e até mesmo de a conseguir transmitir a quem está à nossa volta! Conexão é um dos primeiros passos a aprender. O valor de estarmos conectados é exaltado em artigos de saúde e bem estar um pouco por todo o lado: emocional, física, sexual, mental, social e espiritualmente, a conexão com o que nos rodeia é muito importante. Quando temos o amor de um animal de estimação, quando fazemos amor, quando saímos com os nossos amigos, quando passeamos pelo parque, conectamo-nos com o mundo que nos rodeia e passamos a fazer parte do todo. Um destes benefícios é "químico" - o nosso cérebro produz mais oxytocina, que é uma hormona que nos induz um estado de felicidade natural. Quanto maior for a nossa sensação de conexão e pertença maior será o nosso estado de bem estar. Quando sair de casa não se limite a ir do ponto A ao ponto B, permita-se reparar no que o rodeia - sorria à pessoa que se cruzou consigo no passeio, sinta o ar a tocar-lhe na cara e no cabelo, oiça os pássaros a cantar nas árvores mais próximas, deixe que a sua mente se habitue à ideia de que também faz parte desse meio. Estar só também ajuda a sentir-se conectado. Aprender a desfrutar da nossa própria companhia vai-nos ensinar a trazer o melhor de nós ao de cima, e a mostrá-lo quando estamos com os outros. Passar tempo connosco próprios ajuda a repor energias e relembrar-nos quem verdadeiramente somos. Meditação, passeios pela natureza e contemplação, são alguns exercícios que devemos praticar com regularidade para aprendermos a estar sozinhos e a olhar para dentro, a encontrar dentro de nós todas as coisas que nos podem fazer felizes, e ao saber que elas se encontram dentro de nós, deixamos também de as procurar noutras coisas e noutras pessoas, tornamo-nos mais completos. Saber apreciar o Aqui e Agora. Temos sempre a tendência de nos focarmos mais nas dificuldades da nossa vida do que nas coisas que correm bem, o que nos leva a um constante sentimento de mau estar e desconforto. Quando começamos a aprender a apreciar o momento presente, inevitavelmente vamos aprender a apreciar as pequenas coisas da vida. Pratique uma atitude de gratidão para com a vida e o que ela lhe traz, aprenda a ser grato por ter acordado de manhã, pelo sol brilhar, ou até mesmo pela chuva cair, por ter ar para respirar! Quando conseguimos desviar a mente do que "não está bem" vamos abrir as portas à sensação de bem estar com o que nos rodeia, e atrás dessas pequenas coisas que nos fazem sentir bem virão outras mais. O poder da Generosidade. Um espírito generoso pode ter várias formas: ajudar alguém a combater uma depressão, mostrar bondade para com um estranho, ajudar na limpeza do ambiente, ensinar uma criança a ler... seja o que for que nos faça sair do nosso caminho do dia a dia para partilhar algum do nosso tempo e da nossa essência com outro ser (pessoa, animal, vegetal). Quando aprendemos a partilhar um pouco de nós mesmos, a nossa compreensão pelo mundo e pela vida aumenta, e consequentemente aumenta o nosso bem estar e equilíbrio interior. Perante a incerteza a Aceitação. O caminho para o bem estar, que é a base para a felicidade constante, é um trilho que requer dedicação, paciência e resiliência. Requer que aprendamos a aceitar que por vezes o que é esperado não acontece, mas que o inesperado sim, que isso umas vezes é doloroso mas que outras é uma agradável surpresa. A Aceitação não tem uma fórmula instantânea, é algo que temos de cultivar e aprender a cuidar, dá trabalho. A nossa sociedade ensina-nos a ter gratificação instantânea pelo que fazemos, que a riqueza, os bens materiais e a juventude eterna são as chaves para a felicidade - quantos de nós o conseguimos alcançar? Será que a felicidade é algo destinado a um grupo restrito? Felizmente as pesquisas dizem-nos que não, dizem-nos que se aprendermos a estar ligados ao que nos rodeia e a não nos deixar dominar só pelo que nos assusta e pelas incertezas da vida, vamos saber encontrar a verdadeira felicidade, que vem de dentro e que nos completa por si só, pois a felicidade sincera não precisa de muletas ou acompanhamentos. A felicidade é isso: uma sensação interna de bem estar e tranquilidade constante, a sensação de pertença a este mundo e ao que dele faz parte e a capacidade de desfrutar de pequenos prazeres sabendo que tudo é incerto, mas aceitando-o! A Lua Nova que começa hoje, entra na casa de Peixes e traz com ela uma corrente de compaixão e de energia de cura ao planeta. Para além de ser uma Super Lua - pois está muito próxima da terra - na sua vinda ocorreu ainda um eclipse solar - portador de mudanças e reinvenções. Aproveitemos então o dia de hoje, repleto de mudanças e energias fortes para começar a questionar algumas das nossas certezas de vida! Aqui seguem algumas formas de como podemos aproveitar e honrar estas influências planetárias para nos melhorarmos um pouquinho: Vamos suspender todas as nossas crenças!
Abraçar o inesperado
Considerar o conceito pós vida
Viver a vida como uma obra de arte
Em vez de odiar, meditar
Tirar umas férias imaginárias
E então, vamos honrar esta Lua como ela merece e começar um novo capítulo na nossa história? Eu já comecei! O Tarot é uma forma excelente de obter uma nova perspectiva da nossa vida, ou de uma situação especifica - pode trazer uma nova luz a problemas emocionais passados, aspectos negativos de relacionamentos, analisar partes da nossa vida ou da nossa personalidade que temos negligenciado, e ajudar a fazer escolhas mais equilibradas, a tomar decisões ponderadas e a avançar com o conhecimento do que pode ser mais acertado para nós. A melhor forma de tomarmos decisões é perceber o que se está a passar connosco no momento presente.
Não é necessário ter um motivo específico para fazer uma consulta de Tarot, pois o auto conhecimento e auto análise são motivos sempre válidos e importantes. No entanto há alturas em que uma leitura nos pode ser ainda mais útil:
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